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ABDOME

Abdominoplastia

Miniabdominoplastia

CONCEITO

Cirurgia plástica do abdome.

 

CANDIDATOS

 

Pacientes com história de perda de peso e/ou gestações que apresentem alterações na região abdominal. 

 

OBJETIVOS

 

O procedimento visa a correção das alterações anatômicas da região abdominal, incluindo excesso de pele, afastamento dos músculos abdominais (diástase dos músculos retos abdominais) e zonas de lipodistrofias adjacentes (acúmulo de gordura em dorso (costas), flancos (região lateral) e no própria região abdominal).

 

TÉCNICA

 

A abdominoplastia consiste em uma incisão (corte) na região acima do púbis, cuja extensão vai depender das alterações anatômicas de cada paciente, mas cuja cicatriz final é posicionada de forma que fique coberta pelas roupas íntimas ou trajes de banho. Geralmente retira-se o excesso de pele e gordura da região abaixo do umbigo, preservando o coto umbilical. Após trata-se o afastamento dos músculos abdominais (diástase dos músculos retos abdominais) através da sua plicatura, ou seja, aproximam-se esses músculos através pontos cirúrgicos (costura). Por fim, estica-se a pele da região acima do umbigo em direção ao púbis e refaz-se o umbigo utilizando o coto umbilical preservado. A miniabdominoplastia difere da abdominoplastia principalmente no fato da retirada de pele não ser tão extensa (acarretando uma cicatriz de menor tamanho) e da preservação do umbigo da própria paciente (que é reposicionado). Ambos procedimentos podem ser associados à lipoaspiração (em casos de acúmulo de gordura em dorso (costas), flancos (região lateral) e no própria região abdominal) e à lipoenxertia (enxerto de gordura nos casos de déficit de volume principalmente na região glútea).

 

DURAÇÃO

 

O procedimento tem duração de 2 a 4 horas, na dependência das alterações anatômicas a serem tratadas.

ANESTESIA

 

Sedação associada à bloqueio condutivo (anestesia peridural ou raquidiana).

INTERNAÇÃO

 

Cirurgia em caráter ambulatorial com alta hospitalar em torno de 8 a 12 horas após o procedimento.

CUIDADOS

 

O paciente utiliza uma malha modeladora de forma contínua nos primeiros 30 dias de pós-operatório. É estimulado a caminhar precocemente. Existe a necessidade, dependendo de cada caso, de manter o tronco inclinado para frente nos primeiros 7 a 15 dias de pós-operatório. Geralmente iniciam-se as drenagens linfáticas a partir do quarto dia de pós-operatório.

 

RECUPERAÇÃO

 

O retorno às atividades habituais ocorre de forma gradual até 15 dias após a cirurgia. O retorno às atividades físicas inicia a partir de 30 dias de pós-operatório. Nesse período ocorre o desaparecimento gradual do edema (inchaço) e das equimoses (roxos) habituais nesse tipo de procedimento.

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VÍDEO EDUCATIVO